Os Correios devem fechar o primeiro semestre de 2026 com prejuízo de R$ 5,4 bilhões. O número se refere ao resultado acumulado da estatal entre janeiro e junho.
A empresa é controlada pela União e opera o serviço postal em todo o território nacional, incluindo rotas que nenhuma transportadora privada cobre, obrigação que faz parte do seu papel público.
Prejuízo dessa ordem numa estatal recai sobre o Tesouro, que é o acionista, e costuma abrir discussão sobre reestruturação, tarifa e abertura de capital.


