O Conference Board, centro de pesquisas econômicas dos EUA, divulgou nesta terça-feira (18) um estudo que liga o crescimento dos déficits federais americanos ao aumento do custo dos empréstimos estudantis. Para um estudante que tome US$ 75 mil emprestados, déficits menores reduziriam os pagamentos ao longo da vida do contrato em cerca de US$ 14 mil, enquanto um calote de uma semana do governo adicionaria US$ 44 mil, um acréscimo de 8,7%.
O relatório também destaca que o total da dívida estudantil nos Estados Unidos chega a US$ 1,87 trilhão no primeiro trimestre de 2026. Para o Conference Board, as escolhas fiscais do governo americano afetam custos cotidianos de educação, habitação e negócios. O estudo alerta que o impacto das taxas de juros mais altas se distribui entre gerações de tomadores de crédito.
O levantamento explora ainda os efeitos multiplicadores dos gastos públicos, o comportamento da curva de juros do Tesouro e os riscos de pressão inflacionária.



