O Departamento do Tesouro dos Estados Unidos ampliou, em 24 de agosto de 2026, as sanções secundárias contra parceiros comerciais do Irã. A medida atingiu 60 entidades e cinco setores: ativos digitais, ouro, tecnologia, aviação e navegação. Autoridades americanas classificaram a ação como uma 'Operação Pária Econômica' e um 'Dia D econômico' para isolar o país.
O Irã respondeu prometendo retaliação contra os Estados Unidos e ameaçando atingir rotas de petróleo do Golfo. A escalada ocorre em meio ao impasse nas negociações sobre o Estreito de Ormuz e a um conflito regional que já dura seis meses. O governo americano, sob o presidente Donald Trump, alertou aliados a interromper negócios com Teerã.
O ministro da Economia iraniano, Ali Madanizadeh, e o chefe de segurança, Mohsen Rezaei, falaram em contramedidas 'sísmicas' ou 'semelhantes a um terremoto'. Os dois expressaram confiança de que China, Rússia e outros parceiros resistirão à pressão.
Sanções secundárias punem empresas de qualquer país que mantenham negócios com o Irã nos setores listados, mesmo fora dos Estados Unidos.



