A Raymond James elevou o preço-alvo da NVIDIA, mantendo a recomendação de Compra Forte. O novo alvo é de US$ 352, ante US$ 330, e a corretora vê a divisão de CPUs como catalisador de alta.
Segundo o relatório, a unidade de processadores pode acelerar e responder por 5% da receita total em 2028, com potencial de liderança global no segmento. A projeção reforça a estratégia da NVIDIA de diversificar as fontes de receita para além das GPUs.
A corretora também afirma que as ações da NVIDIA são negociadas a um múltiplo inferior ao do S&P 500 para o ano-calendário de 2027, apesar de um crescimento esperado acima de 20%. O múltiplo, que compara o preço do papel com o lucro projetado, indica um desconto que o relatório classifica como injustificado diante da dominância em IA, do fosso competitivo e do fluxo de caixa robusto da companhia.
A meta de US$ 352 fica acima da faixa de US$ 300 a US$ 350 que outras análises recentes têm adotado para a ação, antes da divulgação de resultados.




