A Oura, fabricante dos anéis de monitoramento de saúde, foi alvo de uma ação coletiva proposta em 20 de agosto de 2026 na corte federal da Califórnia, nos Estados Unidos. A ação alega que os anéis inteligentes de US$ 300 ou mais têm "chance de cara ou coroa" de rastrear com precisão os estágios do sono. Para sustentar a alegação, o processo cita um estudo de 2025 que identificou corretamente apenas 53% dos estágios do sono.
Segundo a queixa, os dispositivos usam sensores no dedo e inferências de inteligência artificial para estimar os estágios do sono, em vez dos eletrodos cerebrais e oculares empregados na polissonografia clínica. Os autores da ação argumentam que essa abordagem não reproduz a precisão dos exames laboratoriais, tornando enganosa a promessa de precisão no monitoramento dos estágios do sono.
A Oura rebate afirmando que seus dispositivos foram validados contra medições laboratoriais padrão-ouro em diversos estudos. A empresa acrescenta que os anéis não são dispositivos médicos, nem substitutos de testes clínicos profissionais.



