Um petroleiro foi atingido no Estreito de Ormuz em 26 de agosto de 2026, em mais um incidente na rota marítima. Pelo estreito passa cerca de um quinto do petróleo e do gás natural transportados no mundo, o que torna a região estratégica para o abastecimento global. A fonte não informou o estado do navio atingido nem a origem do ataque.
Em 24 de agosto, o navio-tanque Metro Venetian foi atingido por um projétil na costa de Omã. Entre 17 e 18 de agosto, o graneleiro Minoan Dignity também foi atingido. Nos dois episódios, projéteis de origem desconhecida atingiram as embarcações e causaram danos ao motor. Os ataques ocorreram em águas omanenses, perto da entrada do estreito. O novo caso se soma a essa sequência de incidentes na região.
O Estreito de Ormuz, que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã, é uma das rotas mais sensíveis do comércio de energia. Ataques repetidos em 2026 têm perturbado as rotas de navegação, e a tensão associada ao Irã contribui para a volatilidade dos preços do petróleo. O risco de interrupção no fluxo de petroleiros atinge diretamente fornecedores e consumidores que dependem da passagem.
O Estreito de Ormuz é a única passagem marítima para a maior parte do petróleo exportado por países do Golfo Pérsico. Sem ele, petroleiros precisariam contornar a Península Arábica ou usar rotas alternativas, com custos e prazos maiores. Grandes economias asiáticas, que dependem do gás e do petróleo da região, estão entre as mais afetadas por qualquer interrupção na via.



