O presidente da Síria, Ahmed al-Sharaa, usou um cartão Visa para pagar um café em Damasco. Foi o primeiro pagamento com a bandeira internacional no território sírio em 15 anos. A transação ocorreu um dia após os Estados Unidos removerem o país da lista de patrocinadores do terrorismo.
A Síria estava na lista americana de patrocinadores do terrorismo desde 1979. A exclusão, determinada durante o governo de Donald Trump, destrava a reconexão do sistema bancário sírio ao mercado financeiro global. Visa e Mastercard haviam suspendido os serviços no país havia 15 anos, e a transação de al-Sharaa é o primeiro sinal prático dessa reabertura. Com a saída da lista, bancos e empresas de pagamento estrangeiras podem voltar a negociar com instituições sírias sem o risco de sanções secundárias dos Estados Unidos.
A remoção da lista era uma condição para que bancos estrangeiros voltassem a operar com a Síria sem o risco de sanções americanas. O pagamento com cartão ocorreu em uma cafeteria de Damasco. A decisão americana autoriza a retomada de transferências internacionais com o país.
O Banco Central da Síria, que tem Safwat Raslan como governador, é a autoridade monetária do país e o órgão responsável por habilitar o funcionamento de bandeiras internacionais no mercado local. A volta da Visa a Damasco é o primeiro resultado prático da exclusão da Síria da lista americana de patrocinadores do terrorismo. A transação de al-Sharaa, feita em uma cafeteria, confirma o restabelecimento dos pagamentos com cartão no país.




