O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou na quinta-feira (13) um memorando que autoriza empresas privadas americanas a conduzir ataques cibernéticos direcionados pelo governo. Trump está no cargo desde 20 de janeiro de 2025. A medida foi divulgada no mesmo dia e repercutiu rapidamente.
Segundo apuração, empresas comerciais de hacking podem ser contratadas para atingir alvos estrangeiros sob ordens governamentais. A autorização vale para operações cibernéticas ofensivas direcionadas pelo governo. Não há, na versão divulgada, informações sobre alvos específicos ou regras de contratação.
A medida tem relação com a NSPM-12, diretriz editada no primeiro mandato de Trump para mapear sistemas de segurança nacional. O novo memorando, por sua vez, é um instrumento de caráter ofensivo. Não há, na versão divulgada, informações sobre a operacionalização do documento.
As empresas privadas de segurança cibernética são as principais afetadas pela decisão. Elas poderão ser contratadas para executar ataques sob orientação do governo, conforme o memorando. A autorização vale para alvos estrangeiros, sem indicação de que atinja cidadãos americanos.
A decisão gerou discussões sobre guerras digitais e a preparação para campos de batalha futuros. Houve especulações sobre o uso das empresas para atacar redes estrangeiras. Também circulou a possibilidade de ataques a cidadãos americanos, mas isso não tem respaldo no texto original do memorando.




