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Trump declara: "Não estamos buscando um acordo com o Irã".

Trump detona boatos de pacto nuclear com Irã e avisa: sem conversa, enquanto Teerã avança perigosamente para bomba atômica

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Image via The President Archives
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O presidente Donald Trump, em seu segundo mandato, acabou de vez com os rumores de negociações secretas sobre o programa nuclear iraniano. Nesta segunda-feira, 9 de março de 2026, ele foi categórico em declaração pública: Não estamos buscando um acordo com o Irã. A frase reflete a volta de sua política de confronto direto, em um momento de escalada de tensões no Oriente Médio, onde qualquer faísca pode incendiar a região inteira. Desde que reassumiu a Casa Branca em janeiro de 2025, após a vitória arrasadora nas eleições de 2024, Trump mantém a linha dura contra Teerã. Lembra que, em seu primeiro governo, de 2017 a 2021, ele abandonou o JCPOA, o Acordo Nuclear de 2015 assinado na era Obama. Esse pacto trocava limites no enriquecimento de urânio por alívio de sanções econômicas. Trump chamou o acordo de o pior da história e lançou a estratégia de pressão máxima, que derrubou as exportações de petróleo iraniano de 2,5 milhões de barris diários para menos de 300 mil, cortando o dinheiro que financiava grupos como Hezbollah, Hamas e Houthis. O governo Biden, entre 2021 e 2025, tentou reanimar o JCPOA com rodadas indiretas em Viena, mas tudo fracassou. Nesse intervalo, o Irã pisou no acelerador nuclear. Relatórios recentes da Agência Internacional de Energia Atômica mostram que o país já enriquece urânio a 60% de pureza, bem perto dos 90% ideais para ogivas atômicas. Teerã acumulou material suficiente para produzir até nove bombas, segundo estimativas da AIEA, e ainda bloqueou inspetores da ONU, o que valeu duras críticas internacionais. Agências americanas como CIA e DIA calculam que o tempo de ruptura, ou seja, o prazo para montar uma bomba, caiu para meras semanas, um avanço alarmante desde os meses estimados anos atrás. Essa posição de Trump carrega enorme peso estratégico em 2026. Ele expandiu os Acordos de Abraão, iniciados em seu primeiro mandato, que aproximaram Israel de nações árabes como Emirados Árabes Unidos, Bahrein, Marrocos e Sudão, com Omã agora na mira. Israel e aliados do Golfo, incluindo Arábia Saudita, veem o nuclear iraniano como ameaça mortal e preferem a firmeza de Washington, adiando disputas palestinas para focar na defesa comum. Essa coalizão fortalece a contenção regional contra as ambições de Teerã. O histórico de confrontos pesa muito. Em 2020, Trump ordenou o drone que eliminou o general Qasem Soleimani em Bagdá, levando a mísseis iranianos contra bases dos EUA no Iraque, que feriram mais de cem soldados. Os proxies de Teerã não param: Houthis atacaram mais de 120 navios no Mar Vermelho desde 2023, bagunçando o comércio mundial e custando bilhões em perdas; Hezbollah guarda cerca de 150 mil foguetes mirando Israel; e milícias xiitas no Iraque e Síria lançaram mais de 200 drones contra tropas americanas só em 2026 até agora. Israel responde na mesma moeda, com bombardeios precisos em 2024 que mataram chefes da Guarda Revolucionária em Damasco e ciberataques como o Stuxnet de 2010, que danificou centrífugas em Natanz e ainda ecoa no atraso do programa inimigo. O Irã responde com ameaças de consequências irreparáveis, provavelmente via seus aliados regionais, repetindo o padrão pós Soleimani. Analistas apostam que Trump vai apertar ainda mais com sanções novas, liberação de caças F-35 para parceiros e mais navios de guerra no Golfo Pérsico. Suas palavras ecoam força em um xadrez perigoso, onde um passo em falso pode explodir tudo. O mundo fica de olho, mas Teerã guarda silêncio oficial por ora, enquanto o relógio nuclear tic taque.

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