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UBS vê commodities além do petróleo com cobre, ouro e grãos

UBS recomenda a investidores portfólio diversificado de commodities; El Niño ameaça oferta de trigo e milho.

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Foto: banking-gateway.com
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O UBS, banco suíço, afirmou em relatório divulgado nesta quinta-feira, 27 de agosto de 2026, que enxerga oportunidades em commodities além do petróleo, com recomendações para cobre, agricultura e ouro. “Commodities oferecem tanto retornos quanto proteção contra inflação”, disse a instituição, citando a combinação de infraestrutura de inteligência artificial, fenômenos climáticos e compras de bancos centrais.

Entre os metais industriais, o cobre deve ser beneficiado pela expansão de infraestrutura para inteligência artificial e pela eletrificação da economia. No setor agrícola, trigo e milho ganham com o poderoso El Niño que ameaça a oferta global. O ouro, por sua vez, permanece sustentado pela demanda de bancos centrais e pela diversificação de reservas internacionais.

Nesse cenário, o UBS favorece um portfólio de commodities diversificado e gerido ativamente, em vez de uma aposta concentrada em um único ativo. A recomendação reforça projeções anteriores do banco: em maio de 2026, o UBS estimou o cobre rumo a US$ 15.500; em janeiro de 2026, previu o ouro a US$ 5.000 no início do ano. No outlook de 2024, a equipe do banco já projetava o ouro em US$ 2.700 até meados de 2025.

A nova avaliação atualiza essa leitura para o segundo semestre de 2026, em meio ao déficit persistente no mercado de cobre e à recomposição de reservas por parte de bancos centrais. Na prática, o UBS defende que a alocação em commodities não seja vista apenas como aposta de curto prazo, mas como posição estrutural de portfólio.

Por The President, com informações de @deitaone

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