Nesta semana, o governo da República Popular da China rejeitou as alegações dos Estados Unidos da América de que hackers chineses patrocinados pelo Estado realizaram ciberataques. O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Lin Jian, classificou as acusações como informação falsa, em resposta à ação das autoridades dos Estados Unidos, que desarticularam domínios e plataformas utilizados por grupos ligados ao governo chinês. Ele afirmou que Washington usa preocupações de segurança cibernética para difamar o país e manchar a sua imagem internacional.
Em dezembro de 2024, o governo dos Estados Unidos da América atribuiu à China uma invasão ao Departamento do Tesouro, órgão responsável pela administração financeira do país. Na ocasião, Pequim rejeitou as acusações, classificando-as como infundadas. A nova negativa do governo chinês, feita em agosto de 2026, ocorre no mesmo tom da resposta anterior, dada em dezembro de 2024.
Em agosto de 2026, o governo da China, em Pequim, também afirma se opor de forma consistente à desinformação politicamente motivada sobre hacking. Os Estados Unidos da América sustentam que as evidências apontam para grupos chineses patrocinados pelo Estado. Lin Jian, porta-voz oficial do Ministério das Relações Exteriores da China, foi quem apresentou a resposta do governo ao caso mais recente.




