Militares dos Estados Unidos realizaram operação de combate ao narcotráfico no Caribe em 25 de agosto de 2026. A ação, conduzida pelo Comando Sul americano, deixou quatro mortos, classificados como 'narcoterroristas', a bordo de uma embarcação rápida do tipo 'go-fast'. A missão foi executada pela Força-Tarefa Conjunta do Hemisfério Ocidental, braço do Comando Sul dos EUA, sob comando do general Francis L. Donovan. Os alvos eram suspeitos de integrar rotas marítimas de drogas na região.
A Força-Tarefa Conjunta do Hemisfério Ocidental é uma unidade militar que coordena operações contra cartéis na área de responsabilidade do Comando Sul. O general Francis L. Donovan lidera a força e já esteve à frente de outras ações semelhantes na região. A embarcação 'go-fast' é um tipo de barco de alta velocidade usado por traficantes para transportar drogas pelo Caribe e pelo Pacífico Oriental. Não há informações oficiais sobre a nacionalidade dos mortos ou o carregamento que estava no barco.
O ataque integra uma campanha iniciada em setembro de 2025 contra redes de narcotráfico no Caribe e no Pacífico Oriental. Desde então, as forças americanas realizaram mais de 60 ataques, com mais de 200 mortos. A estratégia combina ações letais contra embarcações suspeitas e compartilhamento de inteligência com países parceiros.
Os Países Baixos, país europeu com territórios no Caribe, participam de iniciativas de segurança marítima na região. Aliados da Otan, aliança militar transatlântica, também atuam no fornecimento de inteligência para localizar rotas de tráfico. A operação de 25 de agosto ocorre em meio ao aumento da pressão do Comando Sul sobre organizações criminosas que usam o mar para levar drogas aos EUA.



