Sócios do Goldman Sachs, um dos maiores bancos de investimento dos Estados Unidos, manifestaram preocupação com a substituição de banqueiros por inteligência artificial. A avaliação é de que há "grande perigo" em permitir que a tecnologia ocupe o lugar desses profissionais. A declaração foi divulgada pela Kalshi, plataforma americana de apostas em eventos, que acompanha tendências do mercado financeiro.
O alerta atinge diretamente os banqueiros, profissionais que atuam em atividades como análise de investimentos, gestão de riscos e intermediação de operações. Essas funções dependem de julgamento humano, capacidade de interpretar cenários econômicos, interação com clientes e responsabilidade sobre decisões que envolvem grandes volumes de dinheiro, aspectos que a automação ainda não consegue reproduzir plenamente. No caso do Goldman Sachs, esses profissionais atuam em áreas como fusões e aquisições, emissão de títulos e consultoria financeira. A fala dos sócios ocorre em um momento em que o setor financeiro discute os limites da automação.
O Goldman Sachs tem sede em Nova York, nos Estados Unidos, e atua em mais de 30 países, com destaque para os negócios de banco de investimento e gestão de ativos. A opinião dos sócios sobre a IA é relevante porque eles estão no topo da hierarquia do banco e participam das discussões sobre os rumos da instituição.




