Um petroleiro foi atingido por um projétil no Estreito de Ormuz em 26 ou 27 de agosto de 2026, em mais um ataque na rota entre o Irã e Omã. A passagem registra recentemente apenas cinco navios de carga por dia, ante uma média de 15, e normalmente responde por 20% do petróleo mundial. O ataque é o mais recente de uma série de incidentes na rota em meio às tensões regionais.
O UKMTO, órgão britânico de segurança marítima, e rastreadores marítimos confirmam o tráfego reduzido. Um dos navios atingidos, um Aframax de bandeira liberiana que carregava combustível de aviação, chegou ao porto de Fujairah com danos no motor. Fujairah, nos Emirados Árabes Unidos, concentra o abastecimento de combustível para navios que cruzam a região.
Esses ataques ocorrem em meio à crise de 2026 no estreito, ligada a tensões com o Irã, a acordos provisórios de navegação frágeis e a avisos iranianos sobre rotas não autorizadas. O fluxo global de petróleo segue volátil, segundo o monitoramento marítimo. Os prêmios de seguro de navegação no estreito também são ponto de atenção para o custo do transporte de petróleo.


