O ouro à vista caiu quase 1% no mercado internacional na terça-feira, 25 de agosto de 2026, e passou a ser negociado a US$ 4.605,68 a onça. A queda, de aproximadamente 0,9%, levou o metal de volta à faixa de suporte de US$ 4.600 a US$ 4.605, região testada nos pregões anteriores. A cotação foi verificada em plataformas de acompanhamento do mercado de metais. A referência é o preço do metal para entrega à vista, conhecido como spot no mercado financeiro.
A mesma região já havia sido testada pelo ouro nos dias anteriores. Ao voltar para esse intervalo, o metal interrompe um movimento recente de alta. A cotação atual permanece dentro da faixa, perto do piso. A região serve de referência para quem utiliza ouro como proteção patrimonial.
Em 2026, o ouro acumula alta forte no mercado internacional. Os picos acima de US$ 4.700 foram atingidos em semanas recentes. Esse movimento mantém o metal em patamar elevado no balanço anual, apesar da queda desta terça-feira. O ouro é historicamente usado como reserva de valor em períodos de incerteza econômica.
O ouro à vista é a modalidade do metal negociada com entrega imediata, em oposição aos contratos futuros. A onça troy é a unidade padrão usada nas cotações internacionais, que são expressas em dólares americanos. O preço serve de referência para transações com o metal físico, produção de joias e aplicações em fundos de ouro. O metal é negociado em bolsas de futuros e plataformas de balcão ao redor do mundo, com a cotação à vista servindo de referência para os demais mercados.



