O Wells Fargo Investment Institute, braço do banco americano, cortou nesta segunda-feira (17) a meta do ouro para o fim de 2026 para US$ 4.900 a US$ 5.100 por onça. Para 2027, a meta passou de US$ 5.800 a US$ 6.000 para US$ 5.400 a US$ 5.600. A redução de 2026 é de US$ 1.200 por onça em relação à meta de fevereiro.
Em fevereiro de 2026, o banco havia elevado a meta para US$ 6.100 a US$ 6.300 por onça. O ajuste atual reflete uma correção após o rali anterior do ouro. Apesar dos cortes, a instituição mantém expectativa de alta do metal no longo prazo.
Ouro ainda em alta
A reação do mercado manteve a aposta em alta para o ouro, mesmo com as reduções. Analistas citam fatores estruturais, como inflação e tensões geopolíticas, mantendo o otimismo. O ouro, historicamente, é procurado como proteção contra esses riscos.




