Bill Gates quebrou o silêncio sobre Jeffrey Epstein em entrevista à CNN exibida em 26 de agosto de 2026. Gates classificou as reuniões com Epstein como um 'erro gigantesco' e disse que esperava obter doações para a filantropia global de saúde que nunca se concretizaram. A conversa foi conduzida por Anderson Cooper.
Gates negou ter tido relação social com Epstein, ter conhecido mulheres por meio dele, ter visitado as propriedades dele ou ter testemunhado abusos. Ele confirmou, porém, que Epstein tentou usar o conhecimento de uma infidelidade conjugal de Gates para chantageá-lo, segundo rascunhos de e-mails de 2013. A tentativa de chantagem não teve sucesso, segundo Gates.
As declarações ocorrem depois do depoimento fechado que Gates prestou em junho de 2026 ao Comitê de Supervisão da Câmara dos Representantes dos EUA. No depoimento, Gates revisou todas as reuniões e e-mails trocados com Epstein. Gates repetiu o arrependimento que já havia manifestado em 2021 por ter dado credibilidade a Epstein mesmo sabendo da condenação dele em 2008.
O caso voltou a colocar em pauta a análise das táticas de chantagem usadas por Epstein, a supervisão da Fundação Gates e o impacto da relação na reputação de Gates como filantropo.




