Flávio Bolsonaro inicia campanha presidencial em ato no Rio
Senador pelo PL defendeu classificar PCC e CV como terroristas durante discurso na capital fluminense
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Foto: upload.wikimedia.org
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Flávio Bolsonaro, senador pelo PL-RJ e candidato à Presidência em 2026, iniciou neste domingo (16) sua campanha presidencial com um ato em Copacabana, no Rio de Janeiro. O evento marcou o lançamento oficial da candidatura pelo PL e contou com a presença da esposa Fernanda e do vice na chapa, Alfredo Gaspar. A concentração ocorreu na orla carioca.
Em discurso, Flávio defendeu a soberania nacional e propôs classificar o PCC e o CV como organizações terroristas. A declaração foi uma das principais falas do evento, que reuniu apoiadores. O ato ocorreu no mesmo dia em que o presidente Lula da Silva participou de seu primeiro evento de campanha em São Paulo.
Flávio é senador pelo PL-RJ e busca suceder o presidente Lula da Silva, que ocupa atualmente a Presidência da República. Jair Bolsonaro, pai do candidato, não ocupa cargo presidencial desde 2022. O ato no Rio simboliza a tentativa do PL de consolidar o nome de Flávio como principal alternativa de oposição ao atual governo.
A campanha de Flávio ocorre em um cenário de polarização política, com os primeiros eventos oficiais das principais candidaturas. A presença do vice Alfredo Gaspar e da esposa Fernanda reforça o núcleo familiar e político em torno da candidatura. O lançamento ocorre em meio a críticas do vice à atual gestão federal.
Durante o ato, Alfredo Gaspar criticou Lula, referindo-se ao presidente como "barbudo" e associando sua gestão ao STF e à corrupção. Flávio também puxou um coro em homenagem ao pai, Jair Bolsonaro, reforçando o vínculo com o eleitorado bolsonarista. O início do evento, porém, teve espaços vazios, segundo o Poder360.
Com o lançamento no Rio, a campanha de Flávio Bolsonaro se consolida como uma das principais na disputa presidencial de 2026. O candidato aposta no discurso de endurecimento contra o crime e na herança política do pai. O ato serviu para apresentar as primeiras propostas da campanha, como a classificação de facções como terroristas.