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Kalshi diz que Israel desenvolve capacidades ofensivas no espaço

Israel, segundo a Kalshi, plataforma americana de mercados preditivos, amplia sua atuação militar para a órbita.

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Israel está desenvolvendo capacidades ofensivas no espaço, conforme notícia divulgada pela Kalshi, plataforma americana de mercados preditivos que permite apostas sobre eventos geopolíticos. O comunicado afirma, literalmente, que 'Israel está desenvolvendo capacidades ofensivas no espaço', sem apresentar qualquer detalhe adicional. Não há menção a armas específicas, a bases militares ou a um calendário para que o programa se torne operacional.

O país mantém em operação satélites de reconhecimento lançados por seus próprios foguetes desde o final dos anos 1980, sendo um dos poucos do mundo com essa capacidade. No jargão militar, 'capacidade ofensiva no espaço' abrange sistemas como mísseis anti-satélite, lasers de alta energia e equipamentos de guerra eletrônica projetados para atacar satélites de outras nações. Esses sistemas podem ser baseados em terra, como mísseis lançados do solo, ou em plataformas orbitais, como satélites capazes de interceptar outros objetos. Também incluem a capacidade de interferir em comunicações ou no funcionamento de satélites de navegação.

A confirmação de um programa ofensivo colocaria Israel no grupo de países como Estados Unidos e Rússia, que já possuem ou testam armas anti-satélite. Os americanos criaram uma Força Espacial em 2019; os russos testaram um míssil anti-satélite em 2021. A China, por sua vez, já havia destruído um de seus próprios satélites em 2007, em um teste que gerou críticas internacionais. Até agora, o Ministério da Defesa de Israel não se manifestou publicamente sobre o teor do comunicado da Kalshi.

Por The President, com informações de @Kalshi

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