O Kremlin rejeitou as reportagens da imprensa dos Estados Unidos sobre a visita não anunciada do diretor da CIA, John Ratcliffe, a Moscou. O porta-voz Dmitri Peskov classificou os relatos como “histórias de terror” e disse que o encontro com oficiais de inteligência russos foi um contato rotineiro. Peskov confirmou que o presidente Vladimir Putin foi informado sobre a viagem, que ocorreu em 25 de agosto de 2026.
Ratcliffe viajou em aeronave militar americana, segundo a apuração, e se reuniu apenas com oficiais de inteligência da Rússia, sem chegar a encontrar Putin. A visita não havia sido anunciada publicamente. O Kremlin descreveu o encontro como um contato rotineiro entre serviços de segurança e evitou atribuir maior importância ao episódio.
A viagem acontece em um momento de impasse nas negociações de paz para a Ucrânia. A inteligência dos Estados Unidos tem preocupação com possíveis ações russas contra países da Otan, segundo informações apuradas. O encontro entre os chefes de inteligência ocorre em paralelo aos esforços diplomáticos, que seguem sem avanço.
A mídia americana noticiou a visita como um evento sigiloso, e o Kremlin classificou as reportagens como exageradas.




