O Tesouro dos EUA recomprou US$ 1,2 bilhão de seus próprios títulos em 25 de agosto de 2026. A operação comprou papéis com vencimento em cinco a sete anos, dentro do limite de US$ 4 bilhões do programa. A liquidação das compras foi feita no dia seguinte, 26 de agosto.
A recompra integra o programa de apoio à liquidez do mercado de títulos do Tesouro. Os papéis adquiridos são off-the-run, títulos que já não são a emissão mais recente do governo e têm negociação menos intensa. A operação usa caixa existente, sem criar dívida nova, e mantém inalterados o total da dívida em circulação e o calendário de leilões.
O programa ocorre em meio ao endividamento recorde dos Estados Unidos, que superou US$ 40 trilhões, com taxas elevadas nos títulos de longo prazo. Em 19 de agosto de 2026, o Tesouro anunciou a ampliação das recompras de papéis de 10 a 30 anos, dobrando o limite máximo para pelo menos US$ 4 bilhões por operação a partir de 9 de setembro.
A retirada de off-the-runs do secundário reduz o estoque de papéis antigos disponíveis para negociação. O programa prevê recompras periódicas dentro de um calendário de operações do Tesouro.


